Consciência Ecológica - Bagunça é inimiga da prosperidade

Terça, 03 Setembro 2013 19:13 | Escrito por 

Ninguém está livre da desorganização. A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades. De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes -, bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.

 Para evitar tudo isso fique atento as   OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA
1 - Jogue fora o jornal de anteontem.
2 - Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.
3 - Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.
4 - Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.
5 - Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.
6 - Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue fora todo o lixo.
7 - Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.
8 - Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.

Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal - Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa. A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como: falha de memória (o famoso "branco"), cansaço físico, o sono deixa de ser reparador, ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas, quando um sofá confortável diante da TV se torna mais convidativo do que outras atividades, como sexo, por exemplo, diminui a velocidade das atividades, os projetos são "aposentados" para economizar energia, o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação diminuem, os talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o "vampiro energético". Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias. Conheça cada uma dessas ações para evitar a "crise energética pessoal".
Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
Pensamentos obsessivos
 Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos -mal comum ao homem ocidental-, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles.
Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energias e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

COMPETÊNCIA DOS CONSELHEIROS DA JUSTA AÇÃO

a) Apoiar, incentivar e difundir, dentro e fora da Instituição a escolha por funcionamentos justos e corretos na prática das ações, promovendo a reflexão e o debate das novas diretrizes do Direito Mundial que revelam o ajuste do Dharma atual (Leis ajustadas ao momento evolutivo atual) da Humanidade ao Maha Dharma (Lei Maior que rege o processo evolutivo universal);
b) Empreender profunda reflexão sobre os novos paradigmas da Jurisprudência e do Direito, surgidos nos diversos países e culturas, com fins de acelerar sua aplicabilidade no planeta, especialmente no que se refere à atuação da Grande Síntese, enquanto Instituição Religiosa e Social;
c) Empreender ações que acelerem e adequem a implantação destes novos paradigmas, funcionando como facilitadores nesse processo e desbravando inovações e propostas relativas ao tema;
d) Elaborar textos, dar palestras e utilizar instrumentos similares, para difundir os temas acima citados, elevando o discernimento das pessoas para a compreensão pela consciência, dos Poderes do Coração, para que ela sempre norteie as decisões e ações;
e) Incentivar as pessoas a estarem atentas, conscientes e verdadeiramente comprometidas com a Veracidade (Satyavachana), ou seja, a realizarem ações corretas, destituídas de mecanismos inescrupulosos para auferir vantagens pessoais para si ou para outros, evitando o uso de ardilosidade na manipulação da legislação para obter favores pessoais, ainda mesmo que o objetivo seja acobertar nobres ações;
f) Ajudar a revelar quando uma ação indesejável baseia-se em um motivo justo e quando uma ação aparentemente boa é resultado de um pensamento distorcido e distante da verdade;
g) Participar, representando a Grande Síntese, após anuência do Círculo Interno, de iniciativas mundiais que visem acelerar ou fortalecer a implantação do novo Dharma, apoiando idéias ou movimentos nacionais ou internacionais em prol dos direitos humanos e da preservação planetária.

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