No texto de tradução inglesa do Upodghatha de Hamsa Yogui (Introdução ao estudo do Bhagavad Gita), publicado em um dos volumes da série “O Suddha Dharma Mandalam”, há alusão ao nascimento de Bhagavan Mitra Deva, como um grande Mestre. Na época dessa publicação pouco se conhecia sobre Ele, apenas um seleto grupo de membros do Mandalam, que ocupavam um alto nível na Organização, sabiam a respeito.

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Aconteceu no dia 31 de agosto de 2012, exatamente oito meses após o estabelecimento da Pedra Fundamental da Comunidade da Vida Divina, a Unidade do Śuddha Sabha Ātma, a cerimônia oficial de inauguração deste espaço, responsável pelo estabelecimento da primeira Universidade do Coração e dedicado a materializar em atos o conceito de Bhāvana, a Unidade da Vida. A consciência do Bhāvana representa a energia do amor, fonte da coragem e da força, necessárias para o reconhecimento dos verdadeiros valores humanos e, consequentemente, da capacidade de cultivar a nossa real natureza. Muito deve ser mudado em nós e no mundo – a produção e a distribuição dos bens da Terra, a espiritualidade, a educação, a perspectiva da ciência, as ciências da saúde, as artes, os códigos, as instituições, a política, enfim todas as formas de inter-ser que estão redefinindo o papel de ser no limiar deste novo Período Axial.


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Segunda, 06 Agosto 2012 00:45

Atrevamo-nos, já que somos humanos

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Este artigo é um manual útil a todos aqueles que pretendem dar o primeiro passo na senda da Yoga Brahma Vidyā, A Ciência Sintética do Absoluto. O critério transcendental é o único capaz de identificar a autêntica vida śuddha.
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Exige-se daquele que deseja seguir os princípios e práticas do Śuddha Dharma (Essência da Espiritualidade; Lei Pura), que é o único que pode conduzir ao Yoga em seu sentido integral, que consulte o seu próprio coração mais de uma vez antes que se decida a fazê-lo. Este conselho é decisivo: não se pode deixar um problema acontecer para resolvê-lo no meio do caminho, nem convém ao interessado fazer-se de desentendido quanto a esta decisão. Cabe, em vez de fazer-se de desentendido, perguntar a si mesmo se o seu desejo é garantia suficiente para trilhar o caminho. Também é o caso de se perguntar se os princípios do Śuddha Dharma são realmente tão rigorosos ao ponto de impedir alguém de segui-los. Há que se averiguar, enfim, em que consiste consultar o seu próprio coração.


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