No texto de tradução inglesa do Upodghatha de Hamsa Yogui (Introdução ao estudo do Bhagavad Gita), publicado em um dos volumes da série “O Suddha Dharma Mandalam”, há alusão ao nascimento de Bhagavan Mitra Deva, como um grande Mestre. Na época dessa publicação pouco se conhecia sobre Ele, apenas um seleto grupo de membros do Mandalam, que ocupavam um alto nível na Organização, sabiam a respeito.

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Domingo, 28 Outubro 2012 13:51

Deixe a Luz Brilhar

O sentimento singular de que o sagrado habita no interior do coração está presente, embora com distintos nomes, como o Poder Supremo, o Poder de Deus, o Espírito Santo, entre outros, em todas as culturas. Ainda assim, nos comportamos como se não soubéssemos da existência deste Morador Interno. A nossa ação não é muito distinta daquela de uma pessoa que desconhece a realidade do Ser Sagrado em Si Mesmo. Chegará o dia, entretanto, em que nos lembraremos, antes de qualquer ação, deste onipotente poder que, segundo as Escrituras, quando buscado em primeiro lugar, tudo o mais nos vem em acréscimo.

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Sexta, 24 Agosto 2012 13:19

Algumas considerações sobre o Bhāvana

O conjunto de termos técnicos sânscritos que formam a nomenclatura da filosofia śuddha necessita ser bem compreendido, pois cada um dos termos apresenta uma gama de significados, dependendo do seu contexto. Esta é a razão, inclusive, pela qual se orienta as pessoas a se familiarizarem com os conceitos expressos por estes termos, evitando a tentação de traduzi-los.


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Aconteceu no dia 31 de agosto de 2012, exatamente oito meses após o estabelecimento da Pedra Fundamental da Comunidade da Vida Divina, a Unidade do Śuddha Sabha Ātma, a cerimônia oficial de inauguração deste espaço, responsável pelo estabelecimento da primeira Universidade do Coração e dedicado a materializar em atos o conceito de Bhāvana, a Unidade da Vida. A consciência do Bhāvana representa a energia do amor, fonte da coragem e da força, necessárias para o reconhecimento dos verdadeiros valores humanos e, consequentemente, da capacidade de cultivar a nossa real natureza. Muito deve ser mudado em nós e no mundo – a produção e a distribuição dos bens da Terra, a espiritualidade, a educação, a perspectiva da ciência, as ciências da saúde, as artes, os códigos, as instituições, a política, enfim todas as formas de inter-ser que estão redefinindo o papel de ser no limiar deste novo Período Axial.


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Segunda, 06 Agosto 2012 00:45

Atrevamo-nos, já que somos humanos

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Este artigo é um manual útil a todos aqueles que pretendem dar o primeiro passo na senda da Yoga Brahma Vidyā, A Ciência Sintética do Absoluto. O critério transcendental é o único capaz de identificar a autêntica vida śuddha.
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Exige-se daquele que deseja seguir os princípios e práticas do Śuddha Dharma (Essência da Espiritualidade; Lei Pura), que é o único que pode conduzir ao Yoga em seu sentido integral, que consulte o seu próprio coração mais de uma vez antes que se decida a fazê-lo. Este conselho é decisivo: não se pode deixar um problema acontecer para resolvê-lo no meio do caminho, nem convém ao interessado fazer-se de desentendido quanto a esta decisão. Cabe, em vez de fazer-se de desentendido, perguntar a si mesmo se o seu desejo é garantia suficiente para trilhar o caminho. Também é o caso de se perguntar se os princípios do Śuddha Dharma são realmente tão rigorosos ao ponto de impedir alguém de segui-los. Há que se averiguar, enfim, em que consiste consultar o seu próprio coração.


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A inauguração do núcleo central do Śuddha Sabhā Ātma, na Fazenda Mãe Natureza, prevista para o próximo dia 31 de agosto, estimula a reflexão, no seio da Universidade do Coração, em torno do ideal de promover o florescimento da nova civilização da síntese, descrita em Mitra Deva o Siddhavatar Proclamador da Civilização da Síntese (Aracaju: Ecos da Síntese, 2009).


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Segunda, 23 Abril 2012 13:34

O que é o Śuddha Dharma? (2)

1. Śuddha Dharma como uma expressão da unidade essencial das religiões. O śuddha dharma não se refere, nem está vinculado exclusivamente a qualquer instituição religiosa, nem representa, em particular, uma única escola confessional. A expressão “śuddha dharma” (essência do sagrado) ressurge no final do século XIX no contexto de reconhecimento do caminho de comunhão com o sagrado, conforme proposto na versão resumida do antiquíssimo Praṇava Vāda, de Ṛṣi Gargyayana, traduzida para o inglês em 1910 por Babu Bhagwan Das (1869 - 1958).  O Praṇava Vāda oferece um pioneiro tratamento dialético do pensamento de distintas culturas sobre o sagrado e o profano. A obra de Gargyayana, citada em inúmeros textos antigos e que havia se perdido, discute, inclusive, a evolução das espécies do reino mineral para o vegetal; do vegetal para o animal e do animal para o humano, aproximando a ciência da espiritualidade.


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